segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Debaixo das Runas


Nos grandes números nós avançamos antes do amanhecer
Pela grande saudação essa grande luta esta nescendo
Entre as nuvens agora nossas asas negras satisfazem-se com o ar
Sem mais linha de frente, a batalha sagrada é em todo lugar

Anda que a morte possa me esperar no campo de batalha
Eu morro por prossegir, pela grande saudação eu irei
Eu estou marchando de baixo das runas

Inúmeras vitórias, nós lutamos lado a lado
Nos oceanos profundos, na terra e caminhando no céu
Vindo a esse agora, não tem volta ou retorno
Se nós nos retirarmos o horizonte irá queimar

Ainda que a morte agora estaja fechando-se em mim
Eu morro por prosseguir, mas pela grande saudação eu irei
Eu estou lutando de baixo das runas

Reputação agora cercada pelo inferno que nós criamos
Todos os olhares da curiosidade ou para sobreviver na melancolia
Mas eu sou um lutador e eu ainda terei o meu prêmio
Eles terão que matar, pela minha própria mão eu rejeito morrer

Ainda que agora a morte é tudo o que me espera
Eu morro por prosseguir, mas pela grande saudação eu irei
Eu estou morrendo de baixo das runas

Terra do Norte

Terra do inverno implacável
Fria, vestida de branco, sobre um céu escuro e cinzento
Silencioso, o vento, murmura
O pálido sol dourado, contempla-nos do alto

Florestas intermináveis, lagos de água escura e profunda
Misteriosas montanhas, onde os gigantes dormem

Terras do Norte

Acima de todos, estão os corvos
Batendo suas asas para voar além do céu
Mensageiros de todos os pais,
Odin vê tudo com apenas um olho

Águias voam, velhos corvos choram
Nessa terra e paraíso, unida para sempre

Terras do Norte

Congelam-se as ondas ao longo da costa
Lobos brancos reinam daqui do alto das montanhas
Nossa terra desde que levantamos do mar gelado e profundo
Iluminando nosso caminho, reluzente, está a estrela do Norte

Eternas florestas escuras, onde os ventos frios uivam
Barren landscape, untamed and bleak
Áridas paisagens, indomáveis e geladas

Anel de Ouro


Prateada, a lua se ergue sobre pequeno lago de águas serenas e escuras
Magoada, enevoada, a respiração do dragão, assoprando o lado da montanha
Tudo ainda, o dia adormecido, o sol descansa no ninho dos Deuses
Ao longe altas aventuras me aguardam, eu escuto meus irmãos chamarem

A primavera chegou e o gelo se derrete
O céu infinito e o mar aberto
Eu navegarei por onde o Corvo me levar
Voando com suas asas negras, alto e livremente
Eu devo retornar com o vento o dia
Das altas aventuras, navegando nas ondas
Outono vermelho chega a Asa bay

Encontre-me no poço onde a água, cristalina, clara, corre livre
Do abismo dentro da grande montanha que se eleva alto no céu
Eu estarei esperando você descer seguindo as trilhas dos elfos
Pés descalços, deixe seus cabelos soltarem-se como a neblina por cima do lago

No começo dos tempos, antes dos deuses e dos homens
Quando terra e céu foram divididos primeiro
Uma estrela caiu no fundo do rio
Uma estrela de ouro na água prateada
Enquanto eu navego, por causa disso você deverá lembrar-se de mim
Use isto, é seu para sempre no fundo
Para nos unir além do fim dos tempos, para ti eu dou um anel de ouro

Asa Bay


Um homem cavalgou pela estrada através das florestas
Descendo por Asa Bay
Onde barcos-dragões haviam partido para o mar
Há mais tempo que alguém pudesse dizer
Para ver com seus próprios olhos a maravilha
O povo falou disso de pessoa pra pessoa
O Deus todo onipotente
Tinha chegado de uma terra estrangeira

Os rumores contados por um homem
Que viera do outro lado dos oceanos
Trazendo uma cruz de ouro em volta do pescoço em uma corrente
E falando em uma língua estranha sobre paz
Ele veio com homens estranhos em armaduras
Vestindo camisas vermelhas e laços
Cheirando não cervejas, mas flores
E sem pêlos nas faces

E o atrevido homem que levava a cruz
Disse a todos em Asa Bay
Que o Deus de todos os homens, mulheres e crianças chegara
Para a todos salvar
E para agradecer o Senhor do Paraíso
Alguém deveria construir uma casa para o Deus
E salvar sua alma do Inferno
E esse alguém deveria ser batizado e dizer juramentos

Um homem orgulhoso com o Martelo falou ao novo Deus
Para construir a casa Dele Ele mesmo
E falou alto sobre os Deuses de seus pais
Que se foram não há muito tempo
Os rumores, disse o homem com uma barba que parecia de fogo
E o Martelo na corrente,
Pelos homens de armadura silenciados foram e pelas
Suas espadas foram mortos

Aquele que não pagou uma moeda
Dentre quatro ao homem do novo Deus
Foi açoitado, acorrentado e preso
Pelo pescoço em um tronco (Em um tronco...)
E então todos em Asa Bay construíram
Uma casa com a cruz
Todas as horas da luz do dia eles suaram
Membros doloridos pois a fé tem um preço

E no ducentésimo dia
Lá estava em pé branca apontando para o céu
A casa do Deus da cruz
Grande o bastante para caber dois barcos-dragões dentro
E todos os de Asa Bay assistiram
A maravilha subir aos céus
Agora o Deus da cruz deveria ser agradecido
E satisfeito

Fora do círculo formado pela multidão
Um velho ficou parado
Ele olhava através das águas
E tapava do sol seus olhos com uma mão
E seus velhos olhos puderam quase ver
Os barcos-dragões saírem navegando
E seus velhos ouvidos quase puderam ouvir
Homens em grande número bradarem uma saudação a Odin

E no entanto ele já sabe
No entanto ele voltou a face em direção ao céu
E suspirou silenciosas palavras esquecidas
Faladas só nos altos caminhos
Agora essa casa de um Deus estrangeiro está em pé
Agora eles deverão nos deixar em paz
Ainda ele ouviu de algum lugar nas florestas
Velho corvo de sabedoria dizer
... povo da terra de Asa, isto é só o começo...

Necromancia da guerra


Desça as vastas colinas colinas na névoas fria da manhã
Denttro das calmas profundezas do vale abaixo
Dois mil garanhões espumam com ódio
Carregam seus mestres para seus destinos
Para a batalha eles cavalgam
Dois mil homen muito jovens para morrer
Massacre...

Vindo de cada canto preparado para o ataque
Cobertos nas nuvens de poeira, agora não tem como voltar atrás
Uma vez que o vale tão calmo ecoa com choros
As cascatas do sangue e dos cérebros como o sol do meio-dia levantam-se
Sob um céu ensangüentado
Nada vai viver apar ver a noite

Entre os membros dispersados os corpos vêm finalmente à paz
Quando o fedor do sangue cresce forte na brisa suave do meio-dia
Circundando o céu os abutres esperam para fazer sua parte
Para descer das asas da morte e baquetear-se dos corações humanos
A Batalha está perdida e ainda alguém sempre ganha
A agora eles descendem das asas negras da morte
Massacre..

O lar de um Guerreiro


Ausente na água
A conspiração negra no mar Nórdico
Levantando em direção ao eterno céu
A terra se abrindo livremente

Acima lá no alto das montanhas
Onde o vento apanha a sua velocidade e arrepia
Tempestades de neve nascem
E a fúria no alto, atrás dos vales e das colinas

Acima dois Corvos
E um mensageiro de Deus olhando
A qual regras está a terra
Do forte ao perfeito

E alto
Lindo
Behold, "esta é minha terra"
Libertada
Este é o lar de um guerreiro

Escuridão infinita na floresta
Onde à dias esconde as sombras da noite
Nevando nas planicies
Como perfeito que é o eterno céu

Agora no centro
Desse agreste está libertado
E ele pôs seu bondoso
Para possuir sua terra

Acima dois Corvos
E um mensageiro de Deus olhando
A qual eliminou está terra
De uma vez só e uma única vez perfeita

Mas agora
Esquecendo que para Behold este é seu lar
Uma vez nossa (uma vez) livre
Este é o lar de um guerreiro

Bathory - Man of Iron


Homem De Ferro

Eu marchei nessas florestas longas, eu não sei se eu sou um homem ou uma besta
Eu ainda tenho em mim uma pergunta de vingança
Então eu posso ser um homem conforme eu quero ser

Eu aprendi a falar a língua do animal
Eu aprendi a ler as marcas na barca e na neve
Eu tenho comigo os espíritos de meus pais, muito tempo atrás
Nesse pequeno tempo, longe de casa, uma homem de ferro eu me tornei
Um homem de ferro, eu me tornei...

Uma parte das madeiras eternas
Tarde tardia...